quinta-feira, 3 de março de 2011

Cachoeirinha - Cidade Caos

Olá amigos, aqui estou eu de volta para falar de uma coisa que parece desapercebida.
Desde meu casamento resido nesta cidade, são 6 anos, e vejo uma coisa que achava eu estar extinto, o voto de cabresto.
Senão vejamos, uma cidade que possui um péssimo atendimento em saúde, estradas horríveis, esburacadas cujo a prefeitura não se cansa de colocar pardais, caetanos e fiscais de trânsitos e seus blocos ávidos para uma multa, além de escolas mau cuidadas e péssimo atendimento ao cidadão, teria a aprovação de um cidadão de voto consciente? eu creio realmente que isto seria impossível.
Como então explicar como se elegem prefeito do mesmo partido com praticamente toda a câmara a seu favor, e ainda também deputados estadual e federal (sendo  o deputado federal investigado por fraude de superfaturamento e ex-prefeito) do mesmo partido?
Explica-se isto em parte pela escravidão dos servidores a sua vontade com larga distribuição de funções gratificadas (uma boa grana a mais paga aos servidores para que os mesmos fiquem comprometidos com a administração), o câncer criado através do bolsa família, cujo os detentores do direito acham que estão recebendo um favor do governante, e por ideais pregados nas escolas por professores formados por uma cartilha esquerdista cínica e hipócrita, que ensinam seus alunos, como marionetes desengonçados, que o ideal da igualdade financeira é possível sobre o controle do estado, desde que este estado seja controlado por bandeiras de cor vermelha.
Foi moda, inclusive na igreja nos tempos da abolida teologia da libertação, uma das ações mais sanas da igreja de Roma, este tipo de pensamentos, e até hoje pagamos o preço por isso.
Temos um esquerda que colhem o fruto do trabalho alheio, como se fossem seus companheiros que morreram e foram jogados no fundo do mar para criar o petróleo do pré-sal, como se as ações sociais fossem idéia sua, como se o Brasil não existisse antes deles.
Nós gaúchos sempre nos orgulhamos por nossa politização, mas a vejo cair no esquecimento, pelo menos aqui, na cidade em que vivemos.
Tudo o que falei se presencia aqui, como uma ilha cega, sem capacidade de ouvir, progredir, melhorar, mudar, respirar novos ares.
Convido a todos que lerem isso, que reflitam, procurem ouvir mais e falar menos, chega, uma cidade sem oposição é uma cidade nas mãos de um homem só, de um partido só, e a história ensina que o monopólio do poder é infinitamente inócuo.
Neste blog de agora em diante vou voltar a falar e denunciar estas coisas, na tentativa de pelo menos, no meu meio, ajudar os cidadão do lugar onde vivo a repensar seu senso comum.

Paulo D'Ávila

Nenhum comentário:

Postar um comentário